OLHARES DO PLANALTO


Mais barato

Prova de que é possível vender CDs e DVDs a preços acessíveis. Do IDG:

Warner Bros. vende DVD por US$ 1,70 na Ásia para combater pirataria

Por Steven Schwankert, para o IDG Now!*

Pequim - Estúdio inicia agressiva campanha na China que pretende frear pirataria vendendo filmes pouco mais caros que cópias ilegais.
O estúdio Warner Bros. Entertainment quer agrupar o mercado de multimídia chinês sob uma mesma fronteira, lançando o DVD do filmes "Superman Returns" em cerca de 8 mil lojas do país nesta terça-feira, ao menos 2 meses antes da estréia da obra em DVD no resto do mundo.

A CAV Warner Home Entertainment, joint venture formada entre Warner Home Video e China Audio Video, distribuirá edições traduzidas em Mandarim com preços especiais em uma tentativa de frear tantos os piratas internacionais como os domésticos na China.

Mesmo com preço sugerido entre 1,77 dólar e 2,78 dólares, cada um dos discos ainda custará 40% mais que as cópias piratas, mas a CAV espera que a cifra reduzida e a ampla distribuição darão aos consumidores ao menos uma chance. A CAV não afirmou quais as diferenças entre as duas versões do DVD, mas disse que ambas serão encriptadas para prevenir duplicações não autorizadas.

Em muitas áreas na China, a distribuição de alguns DVDs autênticos é limitada ou não existente, o que significa que consumidores não poderão comprar produtos legítimos mesmo se quiserem.

A CAV participou de recentes ações de combate à pirataria promovidas pelo governo chinês, como a "Campanha dos 100 dias contra a pirataria", uma série de ataques conduzida por 10 ministérios e departamentos nacionais que acabará no dia 25 de outubro.

"A Warner Home Video está o caminho que toda HollyWood precisa seguir", disse David Wolf, chief executive officer do Wolf Group Asia, uma consultoria de mídia de Pequim.

"Melhor que concentrar seus esforços em advogados chineses, a Warner está se movendo agressivamente para construir um mercado legítimo de obras pela profunda distribuição em canais e marketing agressivo".

O site do filme não lista a data de lançamento do DVD. Uma verificada no site da Amazon.com ou da Barnes & Noble não revelou quando o pré-lançamento começará nos Estados Unidos.

*Steven Schwankert é editor do IDG News Service, em Pequim.



Escrito por Manoel Schlindwein às 09h58
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Impostos

Do release do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário:

CARGA TRIBUTÁRIA POTENCIAL BRASILEIRA

O EFETIVO ÔNUS DA ECONOMIA FORMAL BRASILEIRA

• Para cada R$ 100,00 de riqueza líquida produzida é necessário pagar R$ 60,00 em tributos
• Inadimplência tributária cresceu 59% em três anos
• Sonegação fiscal atinge R$ 287 bilhões em 2005
• Se não houvesse sonegação, informalidade e inadimplência a carga tributária brasileira seria de 59,38% do PIB
• Carga tributária sobre a economia formal é de 54,82% do PIB
• Para gerar R$ 100,00 de riqueza líquida no setor empresarial é necessário pagar R$ 82,00 de tributos.

CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE OS SALÁRIOS

• Para cada R$ 100,00 de riqueza líquida produzida é necessário pagar R$ 60,00 em tributos
• Inadimplência tributária cresceu 59% em três anos
• Sonegação fiscal atinge R$ 287 bilhões em 2005
• Se não houvesse sonegação, informalidade e inadimplência a carga tributária brasileira seria de 59,38% do PIB
• Carga tributária sobre a economia formal é de 54,82% do PIB
• Para gerar R$ 100,00 de riqueza líquida no setor empresarial é necessário pagar R$ 82,00 de tributos.



Escrito por Manoel Schlindwein às 09h49
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Vingou?

Não ouço colegas falarem, não vejo repercussão na imprensa, não vejo propaganda; enfim, parece que o G1, o novo portal da Globo, ainda não decolou.



Escrito por Manoel Schlindwein às 12h44
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Outro planeta

O que dá viver em outro planeta, hein?! Página 57 da Exame da quinzena passada diz que o Programa do Ratinho, com Carlos Massa, do SBT, está fora do ar desde agosto. Bom, é novidade mesmo, visto que não sei nem o nome da novela das nove...



Escrito por Manoel Schlindwein às 12h42
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CIA mandava na PF

Pelo que recordo, esse não é o mesmo episódio que a Carta Capital falou incontáveis vezes em suas páginas. Enfim, mais uma para não esquecer. Da Isto É desta semana:

Ao final dos anos 1990, os carros e até a gasolina da estrutura da PF brasileira eram doações da Agência Central de Inteligência (CIA). “O dinheiro é o nosso, as regras são nossas”, chegou a declarar, em maio de 1999, o segundo da embaixada americana em Brasília, James Derham.



Escrito por Manoel Schlindwein às 22h29
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Ratos odeiam queijo

Essa é velha, do dia 8, mas enfim, vale pela curiosidade.

Camundongos detestam queijo, afirmam cientistas

da France Presse, em Londres

Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, camundongos não gostam de queijo. A descoberta é de cientistas britânicos que analisaram a dieta desses roedores.

Os pequenos animais demonstraram preferência por alimentos com alto teor de açúcar, como grãos e frutas. Durante a experiência, os camundongos torceram o nariz para qualquer comida com cheiro e gosto fortes como queijo.

"Claramente, a suposição de que camundongos gostam de queijo é uma premissa popular", disse o especialista em comportamento animal David Holmes, da Universidade Metropolitana de Manchester.

"Os camundongos evoluíram quase inteiramente sem queijo ou coisa parecida", informaram os cientistas.



Escrito por Manoel Schlindwein às 21h32
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Mino Carta

O competente Mino Carta estreou blog na segunda-feira. Dois comentários.

Curioso ver em pleno século XXI o tamanho da satisfação de um sujeito em posar para foto ao lado de uma máquina de escrever (bom, clássico é clássico e ele também já não é mais um moleque).

Impressionante como Mino abomina de paixão o banqueiro Daniel Dantas: seu primeiro post depois do da estréia foi sobre ele. Parece até coisa daqueles jornais velhos, de eleger inimigos e lutar até a morte.



Escrito por Manoel Schlindwein às 10h47
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A maior

Não custa visitar Florianópolis e tirar as próprias conclusões sobre qual a "maior cidade do estado". No final das contas, não dá pra desprezar o conceito de "região metropolitana". Alça de Mira, no AN de hoje:

500 mil
Pelas estimativas do IBGE, só em 2007 Joinville, finalmente, deverá ultrapassar a marca de 500 mil habitantes. Pelos dados divulgados na semana passada, o município mais populoso de Santa Catarina tem 496.051 habitantes. Mas, é claro, para muitos, Joinville já tem 600 mil habitantes.



Escrito por Manoel Schlindwein às 10h35
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Não é moleza!

Deu na Folha de hoje.

Primeira viagem
A aliança com Luiz Henrique (PMDB), candidato à reeleição para o governo de Santa Catarina, fez o PFL local, sem tradição de campanha de rua, sair à caça de votos.
Candidato pefelista ao Senado, Raimundo Colombo debutou em carreatas há duas semanas. Empolgado, postou-se no alto do carro de som sem dar bola para o sol forte.
No dia seguinte, Colombo compareceu a outro evento. Com a careca vermelha, queimada pelo sol, o candidato lamentava a falta de experiência:
-Em 25 anos de política já fui deputado estadual, federal e prefeito. Mas nunca tinha feito uma carreata. Da próxima vez, só com protetor solar.



Escrito por Manoel Schlindwein às 11h03
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Mercado Informal

Graças aos programas de compartilhamento de arquivos, já assisti ao filme United 93 (Paul Greengrass), que estréia amanhã, há quase quatro meses. Comprei-o por cinco reais numa banca de camelô. Dois fatos chamaram atenção. Poucos dias depois do lançamento do filme nos EUA, minha cópia tinha legendas em português e não era uma daquelas gravações amadoras feitas dentro de uma sala de cinema (com direito a reações da platéia). Coisa de profissional mesmo.

O filme? Bom, tem toda aquela coisa de ser o primeiro a tratar do 11 de setembro, mas nada de especial. Ainda mais com a ansiedade de conferir WTC, do badalado Oliver Stone. Esse eu ainda não achei... Mas, em compensação, baixei o super documentário do Spike Lee sobre a postura do governo norte-americano diante do furacão Katrina, When the Levees Broke: A Requiem in Four Acts. Aliás, vi e recomendo.

P.S.: Bom, essa nota também poderia se chamar “Deus abençoe o P2P”.



Escrito por Manoel Schlindwein às 23h29
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Repercussão

 

Abaixo segue matéria repercutindo capa da The Economist desta semana. Aliás, não custa lembrar que a reportagem da revista rendeu até uma nota neste blog, publicada há poucos dias sob o título “Vanguarda”.

Jornais ainda crescem, diz diretor de associação mundial

O jornalista Timothy Balding, diretor-geral da WAN (sigla em inglês para Associação Mundial de Jornais), disse ontem em São Paulo que a circulação e os ganhos com publicidade em jornais de todo o mundo têm crescido e refutou, numa palestra sobre as "tendências na indústria de jornal", reportagem sobre o tema publicada na revista "The Economist".
A palestra de Balding fazia parte da primeira mesa de debates do 6º Congresso Brasileiro de Jornais, organizado pela ANJ (Associação Nacional de Jornais), que termina hoje na capital paulista.
A "Economist" afirmou, na sua última edição, que a circulação de jornais "tem caído nos EUA, Europa Ocidental, América Latina, Austrália e Nova Zelândia há décadas" -no resto do mundo, acrescenta a revista, as vendas aumentam.
De acordo com o editorial da publicação inglesa, "jornais ainda não começaram a fechar em massa, mas isso é apenas uma questão de tempo".
Segundo Balding, uma pesquisa da WAN em 216 países mostra que a circulação total cresceu 0,56% no ano passado e 6% nos últimos cinco anos. A circulação caiu, nos últimos cinco anos, nos EUA (-4%), no Japão (-2,8%), e no Brasil (-11,4%), mas cresceu na Índia (33%), na China (18%), na Mongólia (13,6%) e na Malásia (14,6%). O ritmo de crescimento na circulação de jornais no mundo tem caído. Foi de 3,9%, em 2002/03, para 1,9% em 2003/04 e 0,5% em 2004/ 05.
Balding disse ainda que o número de títulos de jornais também cresceu. Segundo ele, 8,1% nos últimos cinco anos. Novamente, a tendência é de queda do ritmo. O total de jornais pagos cresceu 3,5% em 2002/03, 1,35% em 2003/04 e caiu 0,3% em 2004/05.
O jornalista disse que os ganhos com publicidade cresceram 11,7% entre 2001 e 2005. Uma das tabelas que ele mostrou, por outro lado, indicava uma diminuição, de 32,1% para 30,3%, da parcela do total de publicidade que coube aos jornais no período. (RAFAEL CARIELLO)



Escrito por Manoel Schlindwein às 13h47
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Será mesmo?

No último parágrafo de uma matéria sobre audiência recorde da RedeTV!, uma revelação pra lá de inusitada. O popularesco teria perdido espaço para o culto. Leiam:

“Nem sempre esses apelos funcionam. Evidência disso é que, no começo deste mês, a audiência das cinco principais atrações da Rede TV! perdeu para os programas educativos da TV Cultura em São Paulo”.



Escrito por Manoel Schlindwein às 10h41
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Eleições

 

Pra guardar e lembrar daqui um tempo, coisa de dois anos, no máximo.

 

Folha de domingo diz que, com base em pesquisa Datafolha, 18% pretendem votar nulo para a Câmara e 49% não iriam às urnas se não fosse obrigatório. Já Veja, com dados do Ibope, diz que 6 em cada 10 eleitores não votariam se a lei permitisse.



Escrito por Manoel Schlindwein às 23h26
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Absurdo

Manchete do Correio Braziliense de hoje: "Trânsito de Brasília tem mais multas que carros". Repare na chamada:

No ano passado, o Detran registrou 866.435 infrações nas ruas do Distrito Federal, número que supera o de 855.399 veículos. É como se todos os automóveis em circulação tivessem sido flagrados desrespeitando a lei pelo menos uma vez. Volume de autuações supera o de outras cidades com frota do mesmo tamanho. Para autoridades e especialistas, o fenômeno se explica pela rigorosa fiscalização exercida na capital: os 240 pardais, 15 radares móveis e 100 detectores de avanço de sinal vermelho foram responsáveis por 77% das multas emitidas.



Escrito por Manoel Schlindwein às 22h02
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Vanguarda

Capa da The Economist dessa semana fala sobre o fim dos jornais. Vale a pena refletir, entre muitas outras idéias além dos dados abaixo:

"Britons aged between 15 and 24 say they spend almost 30% less time reading national newspapers once they start using the web".

e

"Jobs are already disappearing. According to the Newspaper Association of America, the number of people employed in the industry fell by 18% between 1990 and 2004".

Destaque para o Craigslist e o Newassignment. O primeiro é um site de classificados em substituição ao dos jornalões e o segundo é um site de jornalismo comunitário (open-source journalism), em que as matérias são escritas por anônimos, a quantas mãos for possível.



Escrito por Manoel Schlindwein às 17h06
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